quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Eu vim aqui
Caminhar
Crescer. Pular e sorrir
Textos do final da peça
Escritos a mão
Por parte
Igual jazz
Garotinho de Ipanema
A música é esse negócio pequeninho
Na dança
Sem sapatilha
Provocar o espectador
Gozar na galeria.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

coisas em mim

Eu escrevo quando meu
Coração dói
É fácil perceber
É fácil escrever
Eu nunca falo

Você precisa saber
A verdade
São várias
Mais coisas inexplicáveis
Como faz?

A felicidade não existe
Em mim
Só restam restos do que
Já foi feliz

Borboletas voaram
Aqui dentro
Hoje é vazio
Necessito
De recheio, de preferência
Os que não dão agonia

Na vida
Vida que vai e volta
E você já sabe como
Vai sentir
Sentimento é replay.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

por agora


Sou puramente carne e desejo
Tudo que eu vejo eu quero
Iludo-me
Iludo-te
Fugindo de responsabilidades
Sendo feliz de maneiras indubitavelmente diferentes
Junto com a música que voltou
Para ajudar ou organizar
Ainda mais a dor.

sábado, 30 de agosto de 2008

Anotar ações

unanimidade aceleração processo anunciou
inerente concorrência emergiram pesadamente
espacial investimentos décadas conquistas
porra civil capitalista operar transferência
então cotidiano sente final raramente
comunicação copo on-line coisa filme
resumo futebol cidadão efeito tecnológicas
substantivo deslocamento trabalho horizonte
desaparece literalmente ricos lucros
contemporâneo software massa doutores
sócio qual século escrever obra mestre
ocorre informação ou seja também
acesso emerge hoje censura psicológica
sonhos permitindo jornal exterior
Rússia recalque ser humano não é
possível época chamado neo liberalismo
Brasil escutamos falar consagrados atlânticos
os dois longe mundo diferenciado marcado
novidade de transgredir barreiras simultaneamente
mercantilização altamente amaciados
achatados campo verificar arte mercadoria
generalizado excelência elege
simbólico pegar o sistema gozar.

Uma palestra de Paulo Sérgio Duarte

Mundo Inteligível

Olho com os olhos
Negros como a tristeza
O que vejo é lindo
Será o que eu vejo, me vê?
O mundo diante dos
olhos, agora eu entendo.
Felicidade ver as cores
Cores, alegria da vida.